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    [Wii] Acredite se quiser: The Last Story é um dos melhores RPGs dos últimos anos

    Acredite se quiser: The Last Story é um dos melhores RPGs dos últimos anos

    16 ago, 2012 - 10:39 - por: Jason Schreier

    Perdido no meio da avalanche de games incríveis desta semana está The Last Story, um RPG que, infelizmente, está passando em branco, ainda mais considerando que ele foi projetado e dirigido pelo cara que criou Final Fantasy.

    Você pode se sentir tentado a ignorar o jogo. É um RPG para o Wii, que provavelmente já está abandonado por aí já faz algum tempo. Talvez ele esteja dentro do armário, juntando poeira na companhia dos seus bonequinhos das Tartarugas Ninja. Talvez você ainda não tenha nem terminado Xenoblade (porque ele é longo pra burro). Talvez você esteja jogando Darksiders II ou Papo & Yo, ou esperando o novo Mario. Talvez você quisesse simplesmente ignorar The Last Story.

    Mas não faça isso. The Last Story é um dos melhores RPGs que você pode ter em um console hoje em dia – e um dos melhores que eu jogo nos últimos anos.

    Talvez seja pelo esforço. Hironobu Sakaguchi, o bigodudo ex-Square Enix e responsável por esculpir a infância de qualquer um que cresceu com jogos como Final Fantasy e Chrono Trigger, passou quase um ano e meio criando o sistema de batalha de The Last Story. Ele e sua equipe analisaram os jogos japoneses. Eles analisaram jogos ocidentais. Eles fizeram protótipos. Eles mexeram. E Sakaguchi, dirigindo seu primeiro jogo desde Final Fantasy V, há quase duas décadas, não deixou o laboratório até que tivesse forjado um conjunto de sistemas que o deixasse orgulhoso.



    O produto disso é um tipo híbrido de game design japonês com ocidental, um sistema de combate que mistura tiro em primeira pessoa, furtividade, estratégia e ação hack-and-slash. Em teoria, soa idiota. Na prática, é sublime.

    O que torna The Last Story especial é que ele leva você para um campo de batalha e diz: “Pronto, você está em um campo de batalha!”. As lutas são caóticas, quase como em uma versão medieval de um shooter como Gears of War ou Call of Duty (tirando as armas e o papo de mano). Você controla Zael, um herói genuíno e membro de um simpático grupo de mercenários que lutam juntos em grupos de quatro ou cinco. Eles não são a turma típica de RPG. Enquanto você anda por calabouços e cavernas, eles vão se posicionando como um grupo experiente, escondendo-se atrás de pilastras e flanqueando portas durante as suas incursões em fortalezas inimigas e florestas místicas.

    No combate eles tomam as próprias decisões, e deixam você sozinho no controle de Zael. Não há do que reclamar. Zael é uma máquina de dilacerar monstros equipada com uma espada para cortar, uma besta para atirar, e golpes especiais, como um ataque surpresa ultrapoderoso, e a habilidade de chamar a atenção dos inimigos para si, o que também serve para reviver aliados. Você pode dar ordens para os outros membros do seu grupo – especialmente importante se você quiser que eles conjurem alguma magia – mas você vai ficar principalmente preso à sua própria ação.

    (Nota importante: Se você jogar The Last Story, vá até as opções e mude o “Attack Type” de Automático para Manual. Isso muda o seu modus operandi de “corra na direção do inimigo e veja seu personagem sacudir a espada automaticamente” para “corra na direção do inimigo e sacuda a espada do personagem você mesmo”. Em outras palavras, ele transforma o jogo em um jogo de verdade. Eu não imagino como é possível gostar do combate sem essa mudança).

    Cada batalha é roteirizada. Não há encontros aleatórios. Os campos de batalha são construídos de maneira cuidadosa e deliberada, cheios de objetos destrutíveis e tudo o mais. Então não importa se você está fugindo de soldados em um beco estreito de uma cidade movimentada ou se esgueirando por trás de rochas para chegar na posição certa e atirar em um bando de ogros gigantes antes de ser esmagado, você vai sentir que cada momento foi construído só para você. Não se enche linguiça. É um jogo que respeita o seu tempo.



    Também há variedade. O seu time pode começar perto de um labirinto de cercas vivas, logo atrás de um grupo de guerreiros esqueletos brutais que não sabem que você está ali. Você pode avançar sem muito cuidado e tentar abatê-los com espadas e feitiços. Ou pode andar furtivamente pelos cantos do labirinto, atingindo cada um deles individualmente e fazendo com que eles se aproximem para que você possa abater um por um sem alertar os outros.

    Outra batalha pode jogar você no meio de um confronto caótico. Você nem vai ter tempo de entrar no modo de primeira pessoa e mirar a besta. O negócio é só lutar.

    E aí temos os chefes. Ah, os chefes. Eu não vou dar spoilers, mas eles são incrivelmente divertidos de enfrentar. Quase como em um Zelda. Ok, se você insiste, eu falo de um: uma luta particularmente sacana coloca você contra um grupo de doppelgangers que tomam a forma dos membros do seu grupo. Na bagunça, pode ser terrivelmente difícil de distinguir quais são os inimigos e quais são seus aliados, os quais você vai acabar atacando por engano. Bastante. Prepare-se para ser xingado.

    “Isso parece legal”, você pode estar dizendo. “Qual o lado ruim?”. Bom, assim como Xenoblade, The Last Story é um jogo limitado pela sua plataforma. É bonito demais para o Wii. Você pode se encontrar incomodado pelos problemas técnicos. Às vezes, leva um segundo ou dois para uma cutscene começar. O lag, de vez em quando, é desesperador. A câmera é uma bagunça imperdoável.



    Mas isso é ofuscado pela localização incrível, a dublagem britânica excelente, a música adorável (composta pelo lendário Nobuo Uematsu), os personagens realmente interesssantes, a história de amor que não trata você como criança, e uma trama que se leva a sério, mas não a sério demais.

    Um RPG é bem-sucedido quando ressoa com as suas emoções, quando faz com que você se sinta que está em outro lugar, é outra pessoa, fazendo outra coisa. Não importa se os personagens estão se aventurando por um mundo novo e empolgante ou só estão lutando para proteger sua cidade, ou se o jogo é por turnos, em um tabuleiro ou cheio de ação. O que importa é que ele faça você sentir algo extraordinário.
    Fonte: http://www.kotaku.com.br/the-last-story-wii/

  2. #2
    Dissection
    Visitante

    Re: [Wii] Acredite se quiser: The Last Story é um dos melhores RPGs dos últimos anos

    esse jogo realmente é fantástico, gostei muito dele.

  3. #3
    Master Fighter Avatar de InvincibleDragon
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    Re: [Wii] Acredite se quiser: The Last Story é um dos melhores RPGs dos últimos anos

    Isso sim é um RPG de verdade, que faz juz à essa geração. Apesar de achar Xenoblade melhor ainda, mas The Last Story tem seus pontos pra nenhum gamer botar defeito.

    "Certamente eles existiam,
    Aqueles cegos pela AMBIÇÃO,
    Aqueles consumidos pela VINGANÇA,
    mas aqui eles não existem,
    somente VENCEDORES e DERROTADOS
    Aqui, o mais forte é a LEI."

  4. #4
    Extreme Fighter Avatar de pharionrk
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    Re: [Wii] Acredite se quiser: The Last Story é um dos melhores RPGs dos últimos anos

    Já joguei e muito o game é fantástico, mas, não o considero o melhor RPG.

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